sexta-feira, 12 de setembro de 2008

O amor é uma bochechada de químicos

Começa por feromonas libertadas pelas glândulas sudoríferas de alguém
Que por sua vez geram endorfinas no hipotálamo
Que geram neuro-transmissores e bloqueadores como as dopaminas que actuam no lobo frontal do cérebro, zona que rege as emoções.

Se formos a ver, "amor", "paixão", e todos os seus derivados, são simplesmente químicos a alterarmos o comportamento como se de hipnose se tratasse.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Bochecho ao cinismo

É deveras engraçado como pessoas que não vemos desde que a internet só existia a 33.6kbps, conseguem ser cúmulos intermináveis de cinismo. diga-se de passagem, que apesar de em certas alturas me apetecer atravessar umas gargantas com uma faca de talhante enferrujada e com tétano e dizer "bleed bitch, bleed!", não há coisa que me tire tanto do sério aquelas pessoas que se atravessam na nossa frente olhando fixamente para nós e sabendo que os reconhecemos, e fazem de conta que não é nada com eles, continuando a sua insignificante vidinha de olhos virados ao chão como a evitar pisar um presente canino por ali perdido.

Nestes casos fico tão lixado, que o caso do facalhão do talho seria tar a trata-los bem.

Se bem que não tão eloquentemente aboninável há aínda um outro caso que me põe també, fora de sincronismo com os parafusos.

É aquele caso daquelas pessoas que podem até ter a certeza absoluta que preferiríamos assistir a uma maratona de 48horas seguidas da Floribella, a deparar-nos de frente com o focinho deles, e pior, não se abstêm de dirigir a palavra, e demonstrar a ridícula falsa intenção de querer fazer parecer que até têm interesse no que se passa na nossa não-tão-insignificante vida.


Ora isso torna tudo um processo dilemático, na medida em que, ou lhes espetamos um valente titânico bochecho no focinho pelo atrevimento de tar a incomodar a existência do nosso ser; ou então obriga-nos a ser aquilo que tão desprezo neste ridículo e inútil artigo: igualmente cínicos.

Assumindo que não lhes partimos os dentes e lhes mandamos um grande e vigoroso pontapé nas partes fodengas, segue-se então o rol de perguntas intermináveis sobre o que fazemos, onde temos andado, o que temos comido, quanto dinheiro temos no bolso, quantas vezes vamos á casa de banho por dia, ou se coçamos os tomates com a mão direita ou esquerda... Simplesmente não há pachorra.

Mas como que se isso não fosse o suficiente, aínda insistem em manter a conversa com as curtas respostas que aínda vou tentado dar para não ser rude, com analogias á sua própria insignificante vida que a nós interessa tanto como o ritual de acasalamento do peixe-espada do circulo polar ártico.

Dá vontade de espancar violentamente á bochechada nas gengivas, mas fazer o que?

domingo, 17 de agosto de 2008

Um bochecho inicial

Agora que bloggar já não está na moda, e quem o faz é quem realmente gosta é que então decido que era uma boa altura de actuar.

Acho piada que a maior parte dos blogues criados neste pequeno grande espaço, que foi entretanto aquisicionado por um gigantesco grupo, é de facto inútil, infantil, não demonstra qualquer propósito na sua existência, ou então pior, é defensor do governo (uma deficiência grave)

Mas não, isto não se trata de um blogue politico, cultural, religioso, desportivo, e muito menos de qualquer utilidade pública. Será apenas um espaço onde tentarei regurgitar alguns dos meus tão inúteis pensamentos, mantendo o bom clima que existe neste espaço.

Isto se um gajo começava praqui a debitar coisas interessantes desmontava-se o equilíbrio da coisa não é? ah pois é!

Porquê bochecho? Muito simples... Ultimamente tenho andado com uma vontade sobrenatural de mandar uns valentes bochechos a muita gente, e não falo só daqueles seres inúteis que usam do bom nome dos papas ricos para pavonearem as suas roupinhas de marca, ou então para mostrarem aos amigos o seu carrão ultimo modelo, que não mexeram uma unica palha para obter... Eh pah, sejamos realistas, esses já são um gozo a eles próprios.

Os alvos a atingir são aqueles que nunca pensaram que o seriam, ou seja, o caro leitor pode neste momento estar a ser alvo de uma bochechada no maxilar inferior sem sequer ver de onde ele veio. Ah pois, e depois vem praí dizer, "ah e tal levei um bochecho nos dentes e nem o vi acontecer..."!

Ah pois não, não vê, nem vai ver. Estes gandas bochechos são uma boa forma de manter uniformes os valores que unem esta blogosfera, que basicamente não são nenhuns...


Viram? consegui debitar tanta linha e tanta palavra e não disse nada de jeito, se calhar tenho mesmo de ir prá politica...