É deveras engraçado como pessoas que não vemos desde que a internet só existia a 33.6kbps, conseguem ser cúmulos intermináveis de cinismo. diga-se de passagem, que apesar de em certas alturas me apetecer atravessar umas gargantas com uma faca de talhante enferrujada e com tétano e dizer "bleed bitch, bleed!", não há coisa que me tire tanto do sério aquelas pessoas que se atravessam na nossa frente olhando fixamente para nós e sabendo que os reconhecemos, e fazem de conta que não é nada com eles, continuando a sua insignificante vidinha de olhos virados ao chão como a evitar pisar um presente canino por ali perdido.
Nestes casos fico tão lixado, que o caso do facalhão do talho seria tar a trata-los bem.
Se bem que não tão eloquentemente aboninável há aínda um outro caso que me põe també, fora de sincronismo com os parafusos.
É aquele caso daquelas pessoas que podem até ter a certeza absoluta que preferiríamos assistir a uma maratona de 48horas seguidas da Floribella, a deparar-nos de frente com o focinho deles, e pior, não se abstêm de dirigir a palavra, e demonstrar a ridícula falsa intenção de querer fazer parecer que até têm interesse no que se passa na nossa não-tão-insignificante vida.
Ora isso torna tudo um processo dilemático, na medida em que, ou lhes espetamos um valente titânico bochecho no focinho pelo atrevimento de tar a incomodar a existência do nosso ser; ou então obriga-nos a ser aquilo que tão desprezo neste ridículo e inútil artigo: igualmente cínicos.
Assumindo que não lhes partimos os dentes e lhes mandamos um grande e vigoroso pontapé nas partes fodengas, segue-se então o rol de perguntas intermináveis sobre o que fazemos, onde temos andado, o que temos comido, quanto dinheiro temos no bolso, quantas vezes vamos á casa de banho por dia, ou se coçamos os tomates com a mão direita ou esquerda... Simplesmente não há pachorra.
Mas como que se isso não fosse o suficiente, aínda insistem em manter a conversa com as curtas respostas que aínda vou tentado dar para não ser rude, com analogias á sua própria insignificante vida que a nós interessa tanto como o ritual de acasalamento do peixe-espada do circulo polar ártico.
Dá vontade de espancar violentamente á bochechada nas gengivas, mas fazer o que?
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2 comentários:
LOLOL
Demais!
Porra pá... e anger management??
Bem... um item para a minha lista:
n incomodar o eddy sempre que ele tenha uma faca de talhante num raio de 3Km...
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